MATÉRIAS/REVIEWS
 
  
 
12/04/2006
COLUNA - AS RENEGADAS: AS HQS INÉDITAS NO BRASIL
 
 
Desolation Jones
 
 
Chosen
 
 
Loveless
 
 
I Die At Midnight
 
 
It´s a Bird
 
 
Solo
 
 
Bite Club
 
 
Hard Time
 



As Renegadas
é a coluna do HQ Maniacs onde Artur Billy Batson mostra aos leitores quadrinhos que ainda estão inéditos no Brasil.


Como prometido, nessa edição de As Renegadas teremos as dez séries que mais gostei de analisar. Também nesta edição, confira a série que levou o Troféu Rob Liefeld para a pior revista já analisada nessas dez edições da coluna.

:: 10º Lugar - Desolation Jones
Nos anos 90 foi a Vertigo, mas desde o começo do novo milênio não há dúvida: a Wildstorm é o selo mais produtivo de uma empresa de quadrinhos. Foi nele que surgiram Authority, Planetary, Freqüência Global, Wildcats 3.0, entre outros.

Seguindo esse caminho, a Wildstorm lançou sua mais nova aposta nos quadrinhos conceituais: Desolation Jones, de Warren Ellis e J. H. Willians III, o desenhista do prólogo de Seven Soldiers.

Mr. Jones é um ex-agente britânico com diversos problemas comportamentais. Ele é um assassino inescrupuloso, beberrão, com distúrbios psicológicos. Foi expulso do MI6 devido a esses motivos, mas lhe foi dada uma opção: integrar o programa Desolation.

Agora, ele é um detetive particular em Los Angeles e os detalhes do seu passado aos poucos vão sendo revelados. Ele é o único do programa em que a tortura faz parte de seus testes. Dorme menos de uma hora por dia e precisa (ou gosta de, não se sabe) fumar canabis para acalmar a dor.

Contratado por um velho que foi coronel durante a Segunda Guerra Mundial, Jones tem que encontrar um artigo roubado: um filme pornô caseiro feito por Adolf Hitler.

A narrativa possui construção lenta da história e os diálogos são extremamente britânicos, assim como o agente. J. H. Willians faz nesse trabalho desenhos mais comportados que o usual, com menos experimentalismos nos layouts das páginas. A colorização de Jose Villarubia dá um toque especial à série, que tem tudo para ser um grande sucesso.

Fiquei entre Desolation Jones e Fell, mas os desenhos do Willians me convenceram.


:: 9º Lugar - Chosen
Mark Millar
apostou em um universo próprio nos quadrinhos: o Millarworld. Fazem parte dele, dentre outros títulos, Procurado e Chosen, a história de um garoto de doze anos que se salva milagrosamente de um acidente de carro.

Jodie mora em uma pequena cidadezinha, onde poucos acreditam que ele é a encarnação de Cristo. Aos poucos, o garoto vai convencendo o povo mostrando os mesmos feitos de Jesus há 2000 anos atrás, como curar cegos e transformar a água em vinho.

A história do garoto se torna previsível ao longo da mini-série, mas Millar segura a narrativa em um patamar bom até o final. Gosto desse estilo de histórias, loucas e mesmo assim com um pé no chão. Pena que não chega aos pés de seus outros trabalhos. Espero mesmo assim pelo filme.

Adorei a trilogia de filmes A Profecia, então, Chosen merece uma lembrança aqui. Merece uma lembrança também por Mark Millar, que não anda muito bem de saúde. Desejo melhoras ao rapaz, que é muito bom no que faz. Chosen será lançado no Brasil pela Mythos Editora, com o título Chosen: O Eleito do Senhor.


:: 8º Lugar - Loveless
Eu só precisei ler uma edição da revista para confirmar o que eu já esperava. Loveless é o melhor trabalho de Brian Azzarello em tempos.

Lançado em outubro de 2005, esse faroeste conta a história de Wes Cutter, um veterano da Guerra Civil Americana que ficou preso durante dois anos. Quando sai da prisão, encontra o sul do país dominado pelos ianques, o povo do Norte.

Ele só tem dois desejos na vida: reencontrar sua mulher e recuperar sua terra. Ele não se importa mais com a guerra, não se importa mais com divisões de classe, raça ou divisões populacionais.

A Vertigo mostrou mais uma vez seu potencial apostando alto na série mensal, com Azzarello, um dos grandes escritores da atualidade. Vale lembrar a arte de Marcelo Frusin, suas sombras e seu traço, que ficaram maravilhosos e dão à série um clima todo especial. Essa eu quero ver por aqui.

Que saudades do Sergio Leone e dos bons tempos do Clint Eastwood.


:: 7º Lugar - I Die At Midnight
É véspera da virada do milênio, 31 de Dezembro de 1999. O medo do “Bug do Milênio (Y2K)” era geral, mas alheio a tudo isso um homem solitário decide tomar uma dose enorme de remédios para se suicidar. O motivo é sua ex-namorada, Muriel. Ela deixou Larry e desde então ele não consegue mais viver.

Mas, momentos após ele tomar as pílulas, ela aparece em sua porta pedindo perdão. O que Larry vai fazer agora? Correr contra o tempo. Ele primeiro tenta vomitar as pílulas, mas sua namorada se tranca no banheiro. Todo lugar que ele tenta está cheio, embaixo da janela uma multidão de motoqueiros, a pia da sua casa cheia de louças, e no corredor do seu prédio, sua última chance, está seu bom e velho vizinho querendo conversar.

Não bastando todos esses problemas, Larry tem um amigo que se revela um psicopata. Ele namora uma médica que lhe promete um remédio que neutraliza as pílulas que ele tomou, mas também já namorou Muriel. Em um ato de ciúme, ele joga a doutora na frente de um vagão do metrô em movimento. Será que Larry vai sobreviver? Seu destino final é a Times Square, maior avenida nova-iorquina, onde o povo da cidade celebra o Ano Novo.

O desespero é crescente nessa história rápida e que corre contra o tempo. O personagem principal é a caricatura perfeita do ator Nicolas Cage, o que torna a graphic novel ainda mais surreal. É inegável que o ator, fã de quadrinhos, seja um exemplo perfeito de expressões paranóicas.

Não há balões de diálogo. A história é contada embaixo de cada quadro de desenho e a crítica sobre o mundo moderno não podia ser melhor. Larry escreve seu bilhete de suicídio no computador. A impessoalidade reina no nosso tempo. Vale lembrar que a graphic novel faz parte do evento Y2K, uma comemoração da Vertigo para a virada do milênio.

Enfim, não foi no ótimo Plastic Man que conheci Kyle Baker. Esta bela graphic novel é um excelente exemplo de um excelente trabalho do autor. O cara é um gênio!


:: 6º Lugar - It´s a Bird
“É um pássaro?”, “É um avião?”, “Não, é o Superman”. Toda criança, e mesmo os adultos, já ouviram esse bordão, um dos mais famosos do mundo. Pois bem, o que acontece quando um autor de quadrinhos tem aversão ao personagem, que detêm o terceiro ícone mais conhecido do mundo, e recebe a oferta de escrevê-lo?

Steven T. Seagle é o personagem principal dessa brincadeira paranóica, com desenhos do fantástico Teddy Kristiansen, que está para ganhar sua edição de Solo. It´s a Bird saiu pela Vertigo em 2004, e mostra o criador revendo sua vida de forma nostálgica, quase que culpando o Superman por seus problemas. Todos os pontos principais do personagem são revistos e reinterpretados por Seagle, como a invulnerabilidade e a kryptonita. O escritor brinca até com as cores do uniforme do kryptoniano, dando a elas uma característica filosófica.

A narrativa é em primeira pessoa e os desenhos são impressionantes. Há uma noção de estática para os “figurantes” da história, desenhados todos meio borrados e de forma igual. Assim, o movimento e a ação se passam principalmente na cabeça de Seagle, que usa esse espaço para suas reflexões.

O autor, mais conhecido por seu trabalho em revistas com temáticas diferenciadas, garante o sucesso da publicação e o conjunto história-imagem é perfeito. Lamento o Brasil ter tão pouco investimento em quadrinhos inteligentes.

É um pássaro? É um avião? Não, é uma grande publicação da Vertigo, autoral, perfeitamente desenhada, única.


:: 5º Lugar - Solo
A DC veio com tudo em 2005. Reformulação interna, nos personagens, no modo de se contar histórias, agora visivelmente mais sérias. Mas a grande editora também criou espaço para os quadrinhos autorais e convidou grandes nomes do underground para sua nova revista: Solo.

A premissa é simples. Um criador por edição, com participações especiais, mas não necessariamente. Entre os nomes estão Tim Sale, que estréia a revista, Paul Pope, Howard Chaykin, Darwyn Cooke, entre outros.

Eles têm total liberdade para contar o que quiserem e se usarem algum personagem da editora, a história não afeta a cronologia. Assim, Sale usa o Batman e Pope usa OMAC, para citar alguns exemplos. São contos curtos com grande profundidade, boas histórias, uma reunião de escritores e desenhistas que o mercado de super-heróis não dá muito valor.

Uma revista visionária em uma empresa de tradição. Precisamos de mais publicações assim. O mercado independente agradece.


:: 4º Lugar – Bite Club
Mini-série que foi lançada já há algum tempo e que ganhou um encadernado recentemente, Bite Club de Howard Chaykin é uma história de vampiros modernos.

A cidade de Miami é dominada por essa minoria étnica, como os vampiros são tratados na história. Mas precisamente por uma família, os Del Toro. Eles são para os vampiros o que os Corleone são para os italianos. Tudo começa quando o chefão da família, Eduardo del Toro, é assassinado e a sucessão vira briga familiar quando se descobre que seu filho Leto, que virou padre, é o novo líder.

A família é grande e cheia de intrigas. Há a parte podre, a parte certa, há pais protetores e tios corruptos. A narração parte da explicação e desmistificação de alguns conceitos de histórias de vampiros, para que não surjam dúvidas nesse universo novo criado, onde os protagonistas podem andar à luz do dia, precisando apenas de óculos escuros. Algo como o filme Fome de Viver.

A arte de David Hahn é um show à parte e suas cores transformam páginas inteiras em azuis, vermelhas ou amarelas. Talvez seja uma jogada para explicar o monocromatismo na visão dos vampiros. As cores de pele, olhos e de roupas existem, mas ficam em segundo plano, em páginas com uma única cor impressa.

Se tudo parece muito bom, ainda há as capas de Frank Quitely pra melhorar. O nome pode parecer vago para alguns, mas da próxima vez que virem por aí uma ilustração de uma garota sem roupa segurando os seios e bebendo sangue direto do que parece uma caixa de leite, não se esqueça, trata-se de Bite Club.

Vampiros e a máfia juntos com classe. Esqueça Blade. Esqueça Underworld. Esqueça Buffy. Leia Bite Club.


:: 3º Lugar - Hard Time First Season
“Idiotas queimam no inferno”. Quem nunca pensou em matar alguém, arruinar a vida de pessoas ou mesmo se vingar de uma piada que te envergonhou? Claro, somos todos sensatos e acho que dessas opções, a única feita pela maioria de nós, foi a de retribuir uma piada vergonhosa.

Mas, há um problema latente nas escolas americanas: a exclusão social, a formação de grupos específicos. E há outro problema: a legalização das armas. Vimos há alguns anos, dois jovens estudantes entrarem em sua escola, a Columbine High School, e matarem alguns “colegas”. Eles eram a exclusão do sistema, humilhados diariamente por gostar de rock, de estudar, não praticar esportes e não serem populares.

É disso que Hard Time trata. Dois garotos que pretendem causar um alvoroço em sua escola, mas sem pretensão de assassinato. Mas um deles se exalta e atira em cinco pessoas. Seu amigo, Ethan Harrow, tenta parar o massacre e descobre que tem um poder estranho, paranormal. Ele é julgado e condenado a cinqüenta anos de cadeia.

A prisão retratada também é um reflexo do sistema americano. Negros e latinos em sua maioria integram o sistema penitenciário falido, com policiais corruptos, lotações e nenhuma chance de reabilitação. É nesse ambiente que a história passa a ser desenvolvida, com o garoto enfrentando problemas usualmente de adultos. O que é curioso de se notar é que a estrutura de formação de grupos não é diferente no ambiente da cadeia, o que leva mais uma vez ao problema de inserção e exclusão social.

As capas da série são um trabalho à parte, magníficas, bem coloridas e desenvolvidas. Os desenhos se remetem à simplicidade, com telas quase monocromáticas para caracterizar o ambiente frio do cárcere. A série é fantástica, um trabalho impecável do começo ao fim. Com o segundo volume lançado no ano passado, essa seria uma boa oportunidade de vermos a série por aqui. Os roteiros são de Steve Gerber e a arte ficou por conta de Brian Hurtt.

Grande revista, carro-chefe da minha nona coluna. Terceiro lugar porque trata de problemas sociais, ainda que disfarçadamente.


:: 2º Lugar - Y: The Last Man
Todos os mamíferos com o cromossomo Y na Terra morreram. Todos menos Yorick e seu macaco adotado. Yorick conversava com sua futura noiva no telefone quando tudo aconteceu. No ponto zero, todos os homens morreram. Uma geneticista se culpa pelo que aconteceu: ela tinha clonado seu cunhado e acabado de dar a luz.

A mãe de Yorick trabalha no congresso e ele parte de Nova York em busca dela. Quando chega encontra uma situação estranha. Algumas mulheres decidiram se intitular amazonas e construir uma sociedade feminina perfeita. O transporte a longas distâncias só pode ser feito por moto, já que as estradas estão congestionadas. As mortes aconteceram na hora do rush.

Uma agente secreta é designada a encontrar a geneticista com Yorick e descobrir porque ele foi o único homem a não morrer. Mas a jornada não é fácil.

Y – The Last Man é isso: o grande triunfo de Brian K. Vaughan e o maior sucesso atual da linha Vertigo. Cheia de referências pop, a revista tem um ritmo acelerado, a história dá voltas e nos traz grandes surpresas. Outra grande espera todo mês e altamente recomendado.

Vaughan em seu melhor estilo. Gosto muito do escritor quando ele trabalha com personagens autorais. Queria que fosse o primeiro lugar, mas confesso que a série abaixo é a que mais me fascina até agora.


:: 1º Lugar - The Walking Dead
Um policial acorda em um hospital após um coma devido a um tiroteio e descobre que todos agora são zumbis. Desesperado ele sai pelas ruas para procurar sua família, mas não encontra ninguém. The Walking Dead, de Robert Kirkman, a nova estrela dos quadrinhos, começa assim.

Parece com o filme Extermínio, pelo menos o começo, mas o desenrolar da história mostra que não é bem assim. Aos poucos Rick, o policial, descobre que há um acampamento de humanos em Atlanta e lá acaba encontrando sua família. O primeiro arco se resume a mostrar relacionamentos, novas pessoas, talvez os últimos humanos na Terra, que precisam se estabelecer em um lugar seguro para recomeçar a viver.

Pessoas morrem, outras continuam na história, mas em The Walking Dead é difícil prever alguma coisa.
 O local, depois de uma série de ataques, é deixado para trás. Rick, agora líder do acampamento, decide que eles precisam de outro lugar para se estabelecer. No caminho, mais zumbis, mais pessoas e muitos outros segredos revelados.

E The Walking Dead segue assim: uma série de suspense que se mostra muito humana a cada edição que passa, com Kirkman conduzindo com maestria cenas de profundo impacto. O escritor já prometeu que não irá revelar como todos no mundo se transformaram. Em um dos arcos mais recentes, Rick e seus amigos estão estabelecidos em um complexo presidiário imenso, com comida e segurança de sobra, pelo menos ao que parece.

Particularmente, espero todo mês a revista ser lançada, já é uma das minhas leituras preferidas em muito tempo. The Walking Dead é Kirkman antes da Marvel, com total liberdade criativa, personagens autorais, uma história de zumbis sem bombas, caras fortões e zumbis inteligentes, nada de Resident Evil. Ainda bem.

Foi difícil escolher o primeiro lugar, mas tenho que admitir, Kirkman me fascina a cada edição dessa publicação. Comemoro sempre a publicação da série por aqui. Engraçado, a primeira edição da minha coluna ter embarcado o primeiro e o segundo lugar. Mais engraçado ainda é o fato das duas já estarem prometidas para serem lançadas por aqui, finalmente: Y, provavelmente pela Opera Graphica, e The Walking Dead pela nova editora HQ Maniacs. É sério! Muita coincidência!!


:: Troféu Rob Liefeld
A cada dez edições teremos essa análise sobre meus textos e sobre as publicações lá fora. Não tenho muitos problemas com quadrinhos. Geralmente gosto de muita coisa que leio, mas algumas coisas passam do limite do ruim, assim como, na minha humilde opinião, o desenho do mestre. Por isso, essa pequena homenagem a esse desenhista, um dos mais falados dos quadrinhos.

Pode parecer birra minha, mas o troféu fica para All-Star Batman and Robin The Boy Wonder. Não porque eu não gosto do Jim Lee. Até que os traços dele estão mais bonitinhos ultimamente. O problema é que parece que Frank Miller esqueceu como se faz quadrinhos. E esqueceu como desenhar também. O que foi aquela capa horrível que ele fez para a terceira edição da série? A Canário Negro parecia uma prostituta de boteco que não custava mais do que dez reais. Além de tudo, o desenho estava todo deformado. Ridículo. Tenho saudades tanto dos X-Men de Lee quanto das boas histórias de Miller.

All-Star Batman and Robin The Boy Wonder deverá ser lançado por aqui. Por dois motivos: Frank Miller e Jim Lee. Mas falar de Frank Miller em Batman não tira mais suspiros de ninguém, principalmente de mim. Não desde o segundo Cavaleiro das Trevas, que eu, sim, gostei. De Jim Lee então, nem se fale. Joguei um ano de dinheiro fora lendo Silêncio. Pra falar a verdade, comprava Batman nessa época por causa de Batgirl Year One.

A premissa da linha All-Star é contar boas histórias dos personagens escolhidos e a dupla em questão decidiu recontar a origem do primeiro Robin, Dick Grayson. A primeira edição não me deixou descontente, é uma história ruim, com desenhos ruins, mas pelo menos, bem caracterizada.

Já a segunda edição, meu coração quase parou. O morcegão não ajuda o pequeno garoto de doze anos que acabou de perder os pais. Ele prefere botar pânico em Dick, dirigindo o Batmóvel como um maníaco, gritando como um psicopata, destruindo carros da polícia de Gotham.

Eu até entendo a intenção de Miller, mas não colou, porque normalmente, o moleque enlouqueceria. Mas aqui não: ele aceita o “dever” de ajudar o Batman. Prefiro contar nos dedos os dias para ler All-Star Superman, com a fantástica (de verdade) dupla Grant Morrison e Frank Quitely, que vão até retornar com Solaris, o Sol Artificial criado para DC Um Milhão.

Essa foi a primeira edição das dez mais de As Renegadas. O que acharam? Foram boas escolhas? Não? Eu merecia um troféu Rob Liefeld? Mande você também a sua lista dos dez mais. Se muitos leitores enviarem suas sugestões, poderei fazer uma estatística para mostrar pra vocês. O e-mail é billybatson@hqmaniacs.com. Fico aguardando o seu contato!

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Y: The Last Man
The Walking Dead
 


 

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